Lá no meu sertão
Triste realidade
Não tem água, não tem pão
Quanta crueldade.
Lá no meu sertão
Árvores secas, negras
Feito escuridão
Estendem seus galhos
Que só servem para virar carvão.
Lá no meu sertão
O sonho de todo homem
È ver a chuva cair
Reza a todos os santos
Vendo seus filhos partir.
Lá no meu sertão
Não tem água, nem pão
Nuvens no céu?
Pura alucinação....
O sertão é triste menina, mas a essência das pessoas que nele habitam é de primeira.
ResponderExcluirUm belo poema.
Abraços, sempre
Oi Loivarice! que lindo, lembra uma história que eu escrevi: Água no Sertão! é mesmo uma pena que um lugar tão lindo, não tenha um pingo de água! Mas aproveitei para te desejar um bom Natal e um feliz Ano Novo! que no próximo ano os blogueiros continuem se encontrando! ou blogando!
ResponderExcluirAbraços
Lhú Weiss
Boa tarde, amiga.
ResponderExcluirA tristeza do sertão já inspirou muitas músicas bonitas, como nesse trecho:
"Senhor, eu pedi pra chover, mas chover de mansinho, pra ver se nascia uma planta no chão...
Oh, Deus, se eu não rezei direito o senhor me perdoe, eu acho que a culpa foi, desse pobre que não sabe fazer oração..."
Gostei muito do seu blog.
Um grande abraço.